O investimento em imóveis, modalidade muito querida pelos brasileiros, especialmente aqueles que viveram na década de 80, à época da hiperinflação, às vezes soa, injustamente, como algo ultrapassado ou “fora de moda” para as novas gerações.

No ímpeto de ganhar dinheiro de maneira rápida, muitos acabam recorrendo a ativos mais arriscados, como ações e criptomoedas.

Mesmo quando se trata de investir em propriedades físicas, é comum ouvir falar que o melhor é comprar cotas de fundos imobiliários. Por fim, tem gente preferindo até morar de aluguel do que adquirir a casa própria.

Confira mais informações para entender melhor o momento econômico do país e se vale a pena investir em imóveis.

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Será que vale a pena investir em imóveis?

De fato, é muito raro que um imóvel triplique de valor em um intervalo de poucos meses. Da mesma maneira, você não compra e vende um imóvel de maneira instantânea, como é possível fazer com uma ação, dado o alto valor agregado e a menor liquidez.

Entretanto, os ativos imobiliários reúnem uma série de fatores que atrai a grande maioria dos investidores.

Características como segurança, proteção contra crises, chance de ganhos de capital e renda, poder de decisão e rentabilidade constante fazem dos imóveis uma importante fatia para carteiras mais maduras e diversificadas.

Abaixo, separamos os principais pontos que levam os investidores a entrar nesse mercado.

Imóveis têm utilidade real e atuam como reserva de valor

Vivemos um cenário difícil para o sistema financeiro global. Juros altos, risco de recessão e inflação galopante costumam derrubar as cotações dos ativos de risco, como ações, fundos multimercado e criptomoedas.

Mesmo em um contexto devastador, uma porção de terra sempre continuará sendo uma porção de terra. Isso pode soar um pouco radical, mas ter a propriedade de um imóvel preserva o valor do patrimônio mesmo em meio a um colapso.

Isto ocorre porque o imóvel, diferentemente dos ativos financeiros mais voláteis, está diretamente inserido no cotidiano: sua utilidade, seja para moradia ou para fins comerciais, segue preservada independentemente do funcionamento da economia global.

Assim, o investidor de imóveis jamais verá seu patrimônio derreter de uma hora para a outra.

Proteção contra a inflação e valorização constante

Na mesma linha da preservação de valor, podemos dizer que os imóveis são uma verdadeira “fortaleza” contra a alta de preços.

A inflação pode ser descrita como a desvalorização do dinheiro, ou seja, ele passa a comprar menos ao longo do tempo.

Leia também: Selic em alta pode ser oportunidade para investidores de imóveis: entenda os efeitos dos juros no mercado imobiliário

No caso de quem investe, ela é um temor porque, para que você não veja seu patrimônio ser corroído, ele precisa render acima da inflação.

Isso não acontece necessariamente com os ativos financeiros, sejam os mais conservadores, como a poupança, sejam os mais arriscados, como as ações.

Com os imóveis, contudo, a tendência é a de que o preço não apenas seja reajustado pela alta dos preços,  como ainda se valorize em termos reais.

Entre abril de 2021 e o mesmo mês de 2022, por exemplo, o IPCA registrado foi de 11,3%. Segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), a valorização média dos imóveis no país no mesmo período foi de 17,43%, ou seja, trouxe um ganho real de quase 6%, sem contar a geração de renda por meio de aluguéis.

É justamente essa capacidade de preservação de valor em meio à subida de preços que tornou o investimento em imóveis algo muito tradicional no Brasil. Na época da hiperinflação, quando os preços eram reajustados no mesmo dia no supermercado, ter o patrimônio em casas, apartamentos e terrenos era um porto seguro para não ver o dinheiro corroído em pouco tempo.

Oportunidade de ganhos para que tem “faro”

Uma característica que às vezes afasta alguns investidores pode estar entre as mais atrativas do mercado imobiliário.

Diferentemente do investimento em bolsa, por exemplo, os imóveis não são tão fáceis de serem encontrados. É preciso saber mapear e escolher bem as características – e, às vezes, ter paciência para fechar negócios.

Acontece que é justamente isso que permite que investidores lucrem volumes consideráveis. Nos mercados mais abertos, os preços já costumam estar alinhados com as expectativas. Peguemos uma ação da Petrobras, por exemplo: todo mundo está de olho na empresa e é difícil comprá-la por pechinchas – se as coisas melhoram, a ação sobe imediatamente.

No caso dos imóveis, é possível encontrar muitas oportunidades de ganhar: propriedades subavaliadas que, por algum fato novo, passam a valer muito mais. Uma reforma, a chegada de um serviço de infraestrutura ou mesmo o encontro com um comprador que necessita exatamente daquelas características.

Para isso, contudo, é preciso saber o que observar antes de escolher um imóvel, de modo a aumentar as chances de ganhar dinheiro e gerar renda com ele.

O QuintoAndar, maior plataforma de moradia da América Latina, oferece uma assessoria completa para ajudar investidores na administração de seus imóveis, de maneira a facilitar a burocracia e evitar que as propriedades fiquem vazias.

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Obtenção de renda

Além da proteção contra a inflação e as inúmeras oportunidades de ganho de capital, os imóveis possibilitam que seus proprietários obtenham renda por meio do aluguel, por exemplo.

Isso permite que os investidores aumentem seu padrão de vida e se planejem para fazer dos imóveis uma importante fonte de renda para a aposentadoria. No Brasil, onde as regras mudam a toda hora, essa preocupação ganha contornos ainda mais cruciais.

Para se valer dessa oportunidade de ganhar renda, é preciso montar toda uma estratégia para manter os imóveis sempre preservados e ocupados.

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É você quem manda no seu patrimônio

Muita gente no mercado financeiro defende o investimento em fundos imobiliários ao invés da aquisição de imóveis próprios, por questões de menor burocracia.

Acontece que, além da volatilidade da bolsa e das taxas cobradas, quem aporta em um fundo imobiliário não tem nenhum poder de decisão sobre os imóveis do fundo.

O dono de um imóvel, entretanto, escolhe o que fazer, quando e como quer lidar com seu patrimônio, de acordo com os próprios interesses.

Rentabilidade maior que Bolsa e CDI ao longo dos anos

Especialmente no Brasil, a rentabilidade dos imóveis tende a superar a Bolsa e a Renda Fixa, especialmente em horizontes temporais mais longos.

Nos últimos três anos, por exemplo, a valorização de ativos imobiliários superou a rentabilidade tanto do Ibovespa como do CDI.

De 2019 a 2021, a média de valorização dos imóveis no Brasil ficou em 33,5%, segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito e Poupança (Abecip). 

Em São Paulo, a valorização dos imóveis chegou a 50,2%, a maior entre todas as capitais, o que indica que a demanda continuou crescendo, mesmo com o aumento da taxa de juros.

No mesmo período, o CDI, referência da renda fixa, rendeu 13,7%, enquanto o Ibovespa se valorizou em 14,13%.

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Como um dos principais agentes do mercado imobiliário nacional, o QuintoAndar pode ser um importante parceiro para os investidores que desejam rentabilizar seu patrimônio.

Ao oferecer todo um ecossistema para negociação e aluguel de imóveis, com uma experiência simples e intuitiva para proprietários e inquilinos, a plataforma de moradia aumenta as chances de um negócio bem sucedido e diminui dores de cabeça relacionadas à burocracia e ao relacionamento entre as partes.

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